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Teoria da Modernidade Dependente

RESUMO

 

O livro "Teoria da Modernidade Dependente", de João dos Reis Silva Júnior (2026), propõe uma atualização das teorias clássicas da dependência para compreender as transformações do capitalismo contemporâneo, centrando a sua análise na dimensão temporal da subordinação das sociedades periféricas.

A obra aponta o desafio de superar o foco de análise em âmbito econômico. Enquanto as teorias clássicas (como as de Ruy Mauro Marini e Vânia Bambirra) focavam-se na transferência de valor e na superexploração do trabalho, o autor argumenta que a dependência contemporânea se manifesta também como um controle do tempo histórico. O capitalismo financeirizado e o capital fictício passam a operar sobre o futuro, antecipando expectativas e convertendo-as em ativos financeiros. Isso gera uma compressão do tempo, onde o futuro deixa de ser um horizonte de planejamento coletivo para se tornar objeto de valorização econômica imediata.

O livro sugere a criação de uma nova "episteme" capaz de nomear esta experiência de tempo sequestrado e instituições instáveis. Isso implica em uma resistência histórica que compreenda que o tempo não é neutro, mas uma forma de organização histórica, é o primeiro passo para as sociedades dependentes recuperarem a capacidade de imaginar e construir o seu próprio futuro.

A obra é um diagnóstico crítico sobre como a aceleração do capitalismo financeiro "estreita o caminho" da história para as sociedades latino-americanas, tornando a luta pela preservação do tempo de pensar uma forma de resistência política.

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SUMÁRIO

 

INTRODUÇÃO

A emergência de uma nova episteme. 

 

CAPÍTULO 1 - A experiência histórica do tempo dependente. 

A forma sensível do tempo vivido. 

 

CAPÍTULO 2 - Linguagem, conhecimento e intelecto social 

 

CAPÍTULO 3 - A mutação ontológica do tempo

CAPÍTULO 4 - Dependência pelo controle do tempo nas instituições

CAPÍTULO 5 - Subjetividade na teoria da modernidade dependente

A aceleração da vida intelectual

Ansiedade e tempo histórico

CAPÍTULO 6 - Inteligência artificial e o tempo do intelecto social

A aceleração das operações cognitivas

Dependência cognitiva

Inteligência artificial e reorganização do trabalho intelectual

Compressão do tempo do conhecimento

CAPÍTULO 7 - Episteme da teoria da modernidade dependente

O problema do tempo histórico

A Episteme da teoria da modernidade dependente

O futuro do intelecto social 

Inteligência artificial e transformação da leitura

Inteligência artificial e mutação do trabalho intelectual

Inteligência artificial, conhecimento e controle do tempo

Crepúsculo e visibilidade do tempo

Temporalidade e forma histórica

Dependência e compressão do tempo histórico

CAPÍTULO 8 - Tempo, Dependência e Conhecimento

Da dependência econômica à dependência temporal

A universidade na teoria da modernidade dependente

CONCLUSÃO

Tempo histórico e dependência na teoria da modernidade dependente

Dependência e reorganização do tempo

Intelecto social e produção do conhecimento

Conhecimento e sistemas de validação

Pensar o tempo

O momento da descoberta

O papel da tecnologia

O sentido do livro

Última palavra

REFERÊNCIAS

SOBRE O AUTOR

NAVEGANDO PUBLICAÇÕES 

Uma Editora vinculada ao Grupo de Estudos e Pesquisas "História, Sociedade e Educação no Brasil" - Histedbr - voltada à publicação de e-books para distribuição gratuita sobre temas científicos.

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